Estamos todos acostumados a visitar sites e a preencher formulários e questionários via web. Um recurso fartamente utilizado nesse ambiente são os chamados drop down menus – aquelas janelas ao lado das quais existe uma setinha que, ao ser clicada, revela uma lista de possibilidades – os municípios de um estado, os cursos de uma universidade, as marcas de um fabricante, etc.

Em geral, essas janelas exibem mensagens como “Cidade de nascimento”, “Selecione um curso”, “Escolha uma marca”, e assim por diante. Não são raros os casos em que, em vez dessas frases neutras, o que se vê nessas janelas é uma das opções de resposta – em geral a primeira da lista. Isso é um erro.

E é um erro porque a tal opção aparente funciona indevidamente como um default: uma vez dado um “OK” na página, ninguém saberá dizer se aquela opção foi voluntariamente escolhida ou se a pessoa que estava preenchendo os dados na página simplesmente se esqueceu de passar por ali.

O problema, você já pôde antecipar, não pôde, arguto leitor? Considerável probabilidade de uma bela distorção dos resultados, certo? Uma espécie de hipertrofia daquela opção saliente.

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